Quatro dias na Islândia no inverno são poucos para pretender ver tudo, mas suficientes para escolher uma perspetiva e segui-la até ao fim. Consoante as suas preferências, pode visitar sucessivamente os grandes clássicos do Círculo Dourado e da Costa Sul, ou então dirigir-se para oeste para descobrir o Círculo Prateado e a Península de Snaefellsnes.
Apresentamos-lhe aqui três itinerários concebidos para este período, com ou sem carro, incluindo, em cada um deles, os detalhes dos locais a visitar dia a dia.

Esta é uma opinião completamente independente, baseada na nossa própria experiência. Visitámos a região de forma anónima, fazendo as nossas próprias escolhas e pagando as nossas contas na totalidade.
4 dias na Islândia no inverno: o que deve saber antes de partir
A duração do dia dita o ritmo
Em dezembro e janeiro, o dia dura apenas 4 a 5 horas, o que altera completamente a forma de organizar o dia. Aconselhamos-vos a iniciar a viagem ainda de noite, para chegarem à primeira paragem ao nascer do sol, mesmo que isso signifique tomar o pequeno-almoço no carro. Em fevereiro e março, os dias alongam-se significativamente e ganha várias horas para visitar. Em qualquer caso, não sobrecarregue o seu programa: é melhor aproveitar 3 paragens do que encadear 6 à pressa.

Conduzir ou ser conduzido?
Os percursos 1 e 2 implicam conduzir em estradas que, por vezes, podem estar cobertas de neve ou gelo. Se nunca conduziu nestas condições, esta curta estadia não é o momento certo para dar os primeiros passos. Consulte o nosso artigo sobre conduzir na Islândia no inverno antes de efetuar a reserva, bem como as nossas sugestões para alugar um carro. Se a condução no inverno o preocupa, o itinerário 3, totalmente baseado em Reykjavik e com excursões guiadas, continua a ser a solução mais tranquila.

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Na estrada 1, não é necessário 4×4, fora da estrada 1, depende dos seus planos.

Onde ficar?
No que diz respeito aos road trips, indicamos um alojamento para cada noite nos detalhes dos itinerários abaixo. Se ficar em Reykjavik, todas as excursões partem da capital, o que simplifica a organização. Para ter mais opções, consulte a nossa seleção dos melhores locais para ficar na Islândia no inverno.
Itinerário 1: Círculo Dourado e Costa Sul até Jokulsarlon
Este primeiro itinerário segue a estrada mais movimentada do país, aquela que concentra o maior número de locais emblemáticos numa distância razoável. Em 4 dias, irá descobrir o Círculo Dourado, descendo depois em direção à Costa Sul até à lagoa glaciar de Jokulsarlon, antes de regressar a Reykjavik. Esta é a nossa recomendação para uma primeira estadia de inverno na Islândia.
Dia 1 – Círculo Dourado
O Círculo Dourado pode ser visitado num dia a partir de Reykjavik e constitui uma introdução ideal para esta curta estadia. Apresentamos abaixo as três principais paragens e uma opção para terminar o dia de forma descontraída.
Paragem 1 – Parque Nacional de Thingvellir

A primeira paragem do dia, o Parque Nacional de Thingvellir, destaca-se tanto pela sua geologia como pela sua história. Foi aqui que, no século X, foi fundado o parlamento mais antigo do mundo, que se reuniu neste local até ao final do século XVIII. O local está classificado como Património Mundial da UNESCO e pode ser visitado através de um percurso sinalizado, ladeado por painéis explicativos.
Gostamos de caminhar pela fenda principal, entre duas placas tectónicas, antes de chegarmos ao miradouro que domina todo o vale. Se tiver mais tempo disponível, a fenda de Silfra, mesmo ao lado, oferece a possibilidade de mergulho ou snorkeling em águas glaciares entre as placas eurasiática e americana: consulte a disponibilidade.
Paragem 2 – Zona geotérmica de Haukadalur

Na segunda etapa, a zona geotérmica de Haukadalur alberga o Geysir, atualmente inativo, e o seu vizinho Strokkur, que entra em erupção a cada poucos minutos e pode projetar água a uma altura entre 15 m e 40 m. O contraste entre as piscinas de lama borbulhante, as fumarolas e o manto de neve que as rodeia cria um cenário que não se encontra em mais nenhum outro lugar do país.
Recomendamos que se aproxime o suficiente para sentir o vapor, sem ultrapassar as zonas sinalizadas. Saiba mais sobre Haukadalur no inverno.
Paragem 3 – Cascata de Gullfoss

Alimentada pela geleira Langjökull, a cascata de Gullfoss desce em duas quedas sucessivas até ao rio Hvítá, atingindo uma altura total de 32 m. O frio não a impede: mantém-se imponente durante todo o ano, mas no inverno assume um aspeto diferente, com as rochas circundantes cobertas de neve. Consideramo-la uma das mais belas cascatas a visitar na Islândia no inverno. Consulte o nosso artigo completo sobre Gullfoss no inverno.
Paragem 4 – Descanso na Secret Lagoon
Para encerrar este primeiro dia, o Secret Lagoon, em Fludir, oferece um banho geotérmico menos concorrido do que o Blue Lagoon. É uma boa forma de descansar as pernas antes de retomar a viagem no dia seguinte. Reserve o seu bilhete.
Pernoite em Fludir.
Hotel The Hill Hotel em Fludir
Conforto moderno e ambiente acolhedor, nas proximidades das atrações do Círculo Dourado
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Dia 2 – Costa Sul, de Seljalandsfoss a Vik
Rumo à Costa Sul, onde as cascatas e as praias de areia preta sucedem-se ao longo da estrada 1. Este dia abrange a parte ocidental da região, onde se concentram a maioria das paragens.
Paragem 1 – Seljalandsfoss

Seljalandsfoss é conhecida pelo seu caminho que passa por trás da cortina de água, mas esse percurso permanece encerrado no inverno por razões de segurança. Pode, assim, admirar a queda de 60 m de frente, uma vista já de si notável, com estalactites de gelo que se formam nas margens, onde o caudal é mais fraco.
Segue-se um caminho ao longo das antigas falésias até Gljufrabui, outra cascata escondida numa fenda rochosa. Recomendamos este desvio, muitas vezes ignorado pelos visitantes com pressa. Saiba mais sobre Seljalandsfoss no inverno.
Paragem 2 – Skogafoss

A poucos minutos de carro, a cascata de Skogafoss forma uma cortina de água com 60 m de altura e 25 m de largura. O seu caudal é tal que nunca congela, mesmo com muito frio, o que a torna uma das cascatas preferidas da nossa equipa no inverno.
Mais de 350 degraus conduzem a uma plataforma elevada que oferece uma perspetiva diferente sobre a cascata e a planície circundante; a subida não é recomendada a pessoas com vertigens. Consulte o nosso artigo sobre Skogafoss no inverno.
Paragem 3 – Praia de Reynisfjara

A areia preta de Reynisfjara, emoldurada pelas falésias de basalto e pelos picos rochosos de Reynisdrangar, assume um aspeto sombrio e mineral sob a neve. As ondas do Atlântico Norte vêm a rebentar na costa com uma força impressionante: algumas sobem repentinamente até muito alto na praia, pelo que nunca se deve aproximar da beira-mar. Saiba mais sobre Reynisfjara no inverno.
Paragem 4 – Vik

A aldeia de Vik i Myrdal marca o fim deste dia. Pequena, mas situada numa zona central da costa, merece a pena subir até à sua igreja, situada no alto, para desfrutar de uma vista sobre a cidade, a praia e as falésias. O Lava Show também oferece a oportunidade de ver a lava a escorrer num espaço coberto: reserve os seus bilhetes. Saiba mais sobre Vik.
Noite em Vik (1/2)
- Hotel Vik i Myrdal
Na cidade de Vik, elegante e tranquila
Ver fotografias e disponibilidade - Hotel Katla
Rodeado pela natureza, a apenas 5 minutos de carro
Ver fotografias e disponibilidade
Dia 3 – Jokulsarlon e a gruta de gelo
A viagem de carro desde Vik até à zona de Jokulsarlon demora cerca de 2h30. É um dia longo, mas que permite apreciar algumas das paisagens mais espetaculares do país no inverno.
Paragem 1 – Diamond Beach

Nesta extensão de areia vulcânica negra, pedaços de gelo que se desprenderam da lagoa vizinha vêm dar à costa depois de terem sido levados pela corrente até à margem. Alguns blocos são discretos, outros são maciços, e as suas tonalidades azuladas contrastam nitidamente com a areia escura. A quantidade de gelo visível depende das condições meteorológicas dos dias anteriores e das marés, o que torna cada visita diferente. Saiba mais sobre Diamond Beach no inverno.
Paragem 2 – Lagoa de Jokulsarlon

Mesmo ao lado, a lagoa de Jokulsarlon acolhe os blocos que se desprendem da geleira Vatnajökull, visível ao fundo em dias de céu limpo. A paisagem muda constantemente ao longo das estações e das correntes, o que explica a reputação deste local entre os fotógrafos. Consulte o nosso artigo sobre Jokulsarlon no inverno.
Paragem 3 – Excursão a uma gruta de gelo

Formadas pelo congelamento das águas do degelo glaciar, as grutas de gelo naturais só estão acessíveis entre meados de novembro e o início de março, antes de desaparecerem com o aquecimento do tempo. Todos os invernos surgem novas grutas, com formas e cores diferentes, dependendo das línguas glaciares do Vatnajökull ou do Kötlujökull. Saiba mais sobre as grutas de gelo.
O acesso é feito em veículos 4×4 por caminhos irregulares, o que não é recomendado a pessoas com problemas nas costas, e é imprescindível efetuar uma reserva com antecedência, uma vez que os lugares esgotam rapidamente.
Consulte a disponibilidade das diferentes opções de visitas guiadas.
Noite em Vik (2/2). No final do dia, volte a seguir o mesmo percurso na direção oposta, para encurtar o trajeto do dia seguinte.
Dia 4 – Regresso a Reykjavik e à Blue Lagoon

Este último dia é dedicado essencialmente à viagem: conte com cerca de 2h30 para chegar a Reykjavik a partir de Vik, e mais 50 minutos se fizer um desvio pela Blue Lagoon, situada nas proximidades do aeroporto de Keflavík. Este spa geotérmico ao ar livre, alimentado por uma central vizinha, permite relaxar os músculos numa água a 40 °C, esquecendo o frio lá fora. Atenção: entre a viagem e a visita, o dia pode tornar-se rapidamente longo; por isso, calcule bem o horário do seu voo antes de incluir esta atividade. Reserve o seu bilhete para o Blue Lagoon.

Se o seu voo for demasiado cedo para este desvio, substitua-o por um último passeio pelo centro de Reykjavik: a catedral, a arte urbana do centro da cidade e um café com esplanada são suficientes para encerrar a estadia num ambiente tranquilo. Conheça Reykjavik no inverno.
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Itinerário 2: Círculo Dourado, Círculo Prateado e Península de Snaefellsnes
Menos conhecido do que a Costa Sul, este segundo itinerário parte em direção a oeste e noroeste de Reykjavik. É uma boa opção se já tiver visitado a Costa Sul numa viagem anterior, ou se preferir locais menos concorridos no inverno. O programa continua a ser intenso, mas as distâncias entre as paragens são mais curtas.
Dia 1 – Círculo Dourado
Tal como no itinerário anterior, o primeiro dia está reservado para o Círculo Dourado. Não vamos repetir aqui em pormenor: consulte o programa completo de Thingvellir, Haukadalur e Gullfoss um pouco mais acima neste artigo. A diferença está na noite: em vez de pernoitar em Fludir, dirija-se desta vez para norte, em direção a Borgarnes, para preparar a continuação do itinerário.
Noite em Borgarnes (1/2)
- Hotel Hamar
Quartos modernos e minimalistas, pátios privados e vista para o fiorde de Borgarfjördur. Sauna e jacuzzis exteriores
Ver fotografias e disponibilidade - Hotel Stafholt
Fora da cidade, rodeado pela natureza
Ver fotografias e disponibilidade
Dia 2 – Círculo de Prata
Menos visitado do que o Círculo Dourado, o Círculo Prateado reúne locais geotérmicos e vulcânicos que podem ser visitados numa meia-dia, o que deixa tempo para prosseguir para Snaefellsnes no final da tarde.
Paragem 1 – Deildartunguhver

Deildartunguhver reivindica o título de fonte geotérmica mais potente da Europa: liberta 180 litros de água por segundo a uma temperatura de 97 °C. Uma passarela especialmente concebida permite aproximar-se da zona onde a água jorra, sem ultrapassar as barreiras de segurança. A nuvem de vapor que daí emana permanece visível mesmo em tempo frio, o que dá uma boa ideia da potência geotérmica que alimenta grande parte do aquecimento islandês.
Paragem 2 – Hraunfossar e Barnafoss

Ao contrário das cascatas tradicionais, Hraunfossar é constituída por milhares de pequenos riachos que jorram diretamente entre as rochas de lava ao longo de várias centenas de metros. No inverno, a paleta de cores concentra-se em três tons: o preto da lava, o branco da neve e o azul intenso do rio glaciar. Alguns minutos mais à frente, no mesmo caminho, a cascata vizinha de Barnafoss completa a visita. Saiba mais sobre estas cascatas.
Paragem 3 – Gruta de lava de Vidgelmir

Este tubo de lava é uma das grutas preferidas da nossa equipa na Islândia. Os geólogos estimam que a erupção que o formou remonta a cerca de 900 d.C. e que durou entre 1 e 4 anos. A visita guiada segue um trilho bem sinalizado que revela as formações de lava em todas as suas formas; no inverno, surgem ainda estalagmites de gelo, criadas pelas gotas de água que congelam ao entrar na cavidade. Consulte as datas, horários e disponibilidade.
No final do dia, continue a viagem em direção a Grundarfjordur, na Península de Snaefellsnes, para estar bem posicionado na manhã seguinte.
Noite em Borgarnes (2/2)
Dia 3 – Península de Snaefellsnes
Apelidada de «Islândia em miniatura», a Península de Snaefellsnes reúne vulcões, campos de lava e falésias num território reduzido, o que permite visitar vários locais sem passar o dia na estrada.
Paragem 1 – Kirkjufell e a sua cascata

Comece por Kirkjufellsfoss, uma cascata dupla com cerca de 16 m de altura que desce em frente à montanha Kirkjufell, um dos picos mais emblemáticos do país. No inverno, as cascatas ficam parcialmente cobertas de gelo e o rio assume tons de azul pastel. Saiba mais sobre Kirkjufell no inverno.
Paragem 2 – Falésias de Londrangar

Estas duas formações rochosas de basalto, com 75 m e 61 m de altura, são os vestígios de um antigo cratera vulcânico esculpido pelas ondas ao longo de milénios. Sob a neve, o campo de lava negra que os rodeia cria um contraste acentuado com o topo branco das falésias. Saiba mais sobre Londrangar.
Paragem 3 – Arnarstapi

Um trilho fácil percorre a costa em Arnarstapi e permite observar as formações basálticas, entre as quais o famoso arco de Gatklettur. Ao olhar para o interior, a montanha de Arnarstapi completa o panorama. Os blocos de lava em primeiro plano permanecem bem visíveis, mesmo quando os cumes ao fundo estão cobertos de neve. Saiba mais sobre Arnarstapi.
Paragem 4 – Igreja Negra de Budakirkja

Na igreja mais fotografada do país, a não ser a catedral de Reykjavik, o exterior em madeira preta da Budakirkja contrasta nitidamente com o branco da neve que a rodeia. Basta uma breve paragem para tirar uma fotografia e apreciar a simplicidade da sua arquitetura. Saiba mais sobre Budakirkja.
Se o tempo o permitir, faça um desvio até ao pequeno porto de Stykkisholmur e às suas casas coloridas, antes de retomar a viagem para Reykjavik no final do dia ou na manhã seguinte, consoante o horário do seu voo.
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Ver preços, fotografias e disponibilidade - Encontre mais sugestões de alojamento no nosso artigo sobre onde ficar na Península de Snaefellsnes.
Dia 4 – Regresso e Reykjavik

A viagem de carro de Grundarfjordur até Reykjavik demora cerca de 2 horas. Este último dia fica à sua disposição para explorar a capital ao seu próprio ritmo: a catedral, a arte urbana do centro ou um dos museus da cidade. Descubra o nosso artigo completo sobre as melhores atrações de Reykjavik. Dependendo da hora do seu voo, um último café na esplanada ou um passeio à beira-mar permitem encerrar a estadia sem pressas.

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Itinerário 3: 4 dias sem carro, com base em Reykjavik
Se não desejar conduzir na neve ou no gelo, continua a ser perfeitamente possível descobrir a Islândia em 4 dias, mantendo-se em Reykjavik. Todas as excursões abaixo partem da capital e permitem-lhe desfrutar das paisagens sem ter de se preocupar com a condução.
Dia 1 – Excursão ao Círculo Dourado

O Círculo Dourado continua a ser a excursão mais simples para quem está a dar os primeiros passos, com um guia que se encarrega de todo o percurso a partir de Reykjavik. O programa inclui o Parque Nacional de Thingvellir e as suas fendas gigantes, a zona geotérmica de Haukadalur com o géiser de Strokkur, bem como a cascata de Gullfoss. Alguns passeios incluem uma visita ao cratera de Kerid no final do dia. Recomendamos que reserve o dia inteiro, em vez de meio dia, para desfrutar plenamente do local sem pressas. Ver preços, fotos e disponibilidade.
Se estiver interessado em mergulho ou snorkeling, existe uma opção que combina a visita ao Círculo Dourado com um mergulho na fenda de Silfra, entre duas placas tectónicas: consulte o programa e faça a sua reserva.
Dia 2 – Excursão pela Costa Sul

Este segundo dia é dedicado à Costa Sul e às suas cascatas, uma das regiões com maior riqueza paisagística acessível a partir da capital. O percurso passa geralmente por Seljalandsfoss e, em seguida, por Skogafoss — cuja força impede que a água congele mesmo em pleno inverno —, antes de chegar à praia negra de Reynisfjara e à aldeia de Vik. Ver preços, fotos e disponibilidade.
Se tiver um orçamento um pouco mais elevado, existe uma versão mais completa do circuito que inclui a lagoa glaciar de Jokulsarlon, mas demora 2 dias: saiba mais.
Dia 3 – Reykjavik e observação de baleias

Dedique a manhã a descobrir Reykjavik: a catedral Hallgrímskirkja, a orla marítima e a arte urbana do centro da cidade são suficientes para ter uma ideia da capital mais setentrional do mundo.
À tarde, embarque numa excursão marítima à procura de baleias, rorquais, golfinhos e, por vezes, cachalotes que frequentam as águas ao largo da cidade. A tripulação fornece fatos impermeáveis para que não sinta frio a bordo, e algumas excursões oferecem um bilhete gratuito para uma nova saída caso não sejam avistados cetáceos. Reserve a sua excursão de barco.
Dia 4 – Blue Lagoon ou passeio a cavalo

Para este último dia, tem à sua disposição duas opções, consoante as suas preferências. A primeira consiste em desfrutar das águas quentes do Blue Lagoon, um spa geotérmico ao ar livre situado a cerca de 40 minutos de carro de Reykjavik e a 20 minutos do aeroporto de Keflavík, o que o torna também uma boa paragem antes de um voo no final da tarde. Consulte o programa e faça a sua reserva.
A segunda opção é um passeio a cavalo pelos campos de lava, para conhecer os cavalos islandeses, descendentes diretos dos animais trazidos pelos vikings durante a colonização da ilha. Consideramos que esta atividade é particularmente adequada para o inverno, quando a neve cobre os campos de lava circundantes. Ver preços, fotos e disponibilidade.
A acrescentar à noite: caça às auroras boreais

Seja qual for a noite que escolher destes 4 dias, se possível, planeie uma saída noturna para observar a aurora boreal, entre setembro e abril. No centro de Reykjavik, a iluminação urbana dificulta a observação, ao passo que uma visita guiada o leva para fora da cidade, para a escuridão necessária para distinguir esses rastros de luz colorida. Um guia anglófono explica-lhe o fenómeno e ajuda-o a identificar os melhores ângulos para tirar fotografias. Reserve a sua excursão para ver as auroras boreais.
Perguntas mais frequentes
Serão suficientes 4 dias para descobrir a Islândia no inverno?
Quatro dias não são suficientes para dar a volta à ilha, mas são mais do que suficientes para explorar uma região em profundidade, quer se trate do Círculo Dourado e da Costa Sul, do oeste do país ou dos arredores de Reykjavik em excursões.
Será que vale a pena alugar um carro por 4 dias no inverno?
Isso depende da sua experiência de condução na neve e no gelo. Se se sentir à vontade, alugar um carro continua a ser a melhor forma de planear o seu próprio itinerário. Caso contrário, as excursões guiadas com partida de Reykjavik abrangem a maioria dos locais imperdíveis, sem que seja necessário conduzir.
Que itinerário escolher para uma primeira visita?
Para uma primeira visita, recomendamos o itinerário 1, que reúne os locais mais emblemáticos do país, desde o Círculo Dourado e a Costa Sul até Jokulsarlon. O itinerário 2 é mais adequado para uma segunda visita ou para os viajantes que procuram locais menos concorridos.
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